{"id":269,"date":"2021-01-27T18:21:27","date_gmt":"2021-01-27T21:21:27","guid":{"rendered":"https:\/\/online.idp.edu.br\/blog\/?p=269"},"modified":"2024-08-23T16:22:07","modified_gmt":"2024-08-23T19:22:07","slug":"tutelas-provisorias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/direito.idp.edu.br\/idp-learning\/direito-processual-civil\/tutelas-provisorias\/","title":{"rendered":"Tutelas provis\u00f3rias no NCPC: entenda tudo sobre elas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com a vig\u00eancia do <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/l13105.htm\">Novo C\u00f3digo de Processo Civil<\/a> (NCPC), alguns institutos como <strong>tutelas provis\u00f3rias<\/strong> passaram por algumas altera\u00e7\u00f5es significativas, cujo dom\u00ednio \u00e9 certamente imprescind\u00edvel para os profissionais da \u00e1rea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Importante elucidar em um primeiro momento que com o <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/l13105.htm\">NCPC<\/a> (2015) as tutelas provis\u00f3rias passaram a ser expressas nos artigos 294 a 311.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em segundo momento, partindo do pressuposto de que as tutelas provis\u00f3rias funcionam como <strong>mecanismo processual ligado \u00e0 satisfa\u00e7\u00e3o e \u00e0 garantia de um direito pleiteado<\/strong> \u00e9 por \u00f3bvio sua import\u00e2ncia para os operadores do Direito.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"o-que-sao-as-tutelas-provisorias\">O que s\u00e3o as tutelas provis\u00f3rias?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em s\u00edntese, tutelas provis\u00f3rias s\u00e3o <strong>provimentos judiciais concedidos em car\u00e1ter n\u00e3o definitivo<\/strong>, isto \u00e9, concedidos antes de uma decis\u00e3o final no processo que protege a amea\u00e7a \u00e0 les\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conforme a doutrina de Alvim:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA tutela provis\u00f3ria vem ao encontro da necessidade de transpor obst\u00e1culos para a adequada entrega da presta\u00e7\u00e3o jurisdicional, a saber, a dura\u00e7\u00e3o e o custo do processo\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Antes de mais nada, o artigo 294 do <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/l13105.htm\">Novo C\u00f3digo de Processo Civil<\/a>, que inaugura a previs\u00e3o das tutelas provis\u00f3rias, j\u00e1 inicia expressando o seu car\u00e1ter dicot\u00f4mico, pois veremos que as tutelas provis\u00f3rias dividem-se tanto em tutela de urg\u00eancia, como tamb\u00e9m tutela de evid\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><a href=\"https:\/\/online.idp.edu.br\/curso\/direito-processual-civil\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=_20242_PGDPC_Topo_Artigo_tutelas-provisorias-ncpc_&amp;utm_medium=link&amp;utm_content=artigo-blog-tutelas-provisorias-NCPC&amp;utm_term=CTA\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"120\" src=\"https:\/\/direito.idp.edu.br\/idp-learning\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/29.07.24-Banners-de-Blog-640x120-Geral-IDP-Fachada-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5152\" srcset=\"https:\/\/direito.idp.edu.br\/idp-learning\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/29.07.24-Banners-de-Blog-640x120-Geral-IDP-Fachada-2.png 640w, https:\/\/direito.idp.edu.br\/idp-learning\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/29.07.24-Banners-de-Blog-640x120-Geral-IDP-Fachada-2-300x56.png 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"quais-as-especies-de-tutelas-provisorias\">Quais as esp\u00e9cies de tutelas provis\u00f3rias?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em resumo, a <strong>tutela de urg\u00eancia e a tutela de evid\u00eancia<\/strong> s\u00e3o esp\u00e9cies da tutela provis\u00f3ria. Frise-se que a primeira tem como elemento marcante a urg\u00eancia para concess\u00e3o da medida e se divide ainda em <strong>tutela de urg\u00eancia antecipada e cautelar.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Na <strong>tutela de urg\u00eancia antecipada<\/strong>, em um primeiro momento, ocorre um <strong>adiantamento do pr\u00f3prio direito material <\/strong>pleiteado pela parte, alcan\u00e7ando-se com isso a concess\u00e3o de um provimento judicial que s\u00f3 seria concedido ao final do processo.&nbsp;&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Semelhantemente, Alvim exp\u00f5e em doutrina:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cPor meio da tutela de urg\u00eancia antecipada, s\u00e3o trazidos para um momento anterior do processo efeitos que normalmente s\u00f3 se fariam sentir quando da prola\u00e7\u00e3o da senten\u00e7a. Portanto, a decis\u00e3o antecipat\u00f3ria de tutela satisfaz no sentido de que aquele que dela \u00e9 benefici\u00e1rio passa a usufruir, desde logo, de efeitos que normalmente s\u00f3 poderia vir a desfrutar quando proferida decis\u00e3o favor\u00e1vel de m\u00e9rito\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Entretanto, a <strong>tutela de urg\u00eancia cautelar <\/strong>possui uma finalidade <strong>instrumental<\/strong>, pois de maneira simples procura garantir que o processo, ao final, seja entregue dentro das devidas condi\u00e7\u00f5es que a parte est\u00e1 pedindo em ju\u00edzo.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Decerto, um exemplo \u00e9 o caso do arresto, aquele que pleiteia a tutela cautelar tem receio que o devedor se desfa\u00e7a indevidamente do patrim\u00f4nio e que a decis\u00e3o que julga a pretens\u00e3o judicial ao final n\u00e3o lhe seja \u00fatil.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cAs cautelares, assim, resguardam diretamente a efetividade da decis\u00e3o a ser proferida a respeito da pretens\u00e3o principal, que, em si mesma, corre o risco de n\u00e3o vir a ter utilidade na ordem pr\u00e1tica. Por meio das cautelares, colima-se, pois, manter determinada situa\u00e7\u00e3o f\u00e1tica, para que a senten\u00e7a final n\u00e3o se torne in\u00fatil ao vencedor\u201d (Alvim).<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Vale ressaltar que apesar dessas peculiaridades, tanto a tutela de urg\u00eancia antecipada como a tutela de urg\u00eancia cautelar podem ser concedidas em car\u00e1ter antecedente ou incidental, como prev\u00ea par\u00e1grafo \u00fanico do artigo 294 do <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/l13105.htm\">NCPC<\/a>, ou seja, poder\u00e1 ser requerida j\u00e1 na peti\u00e7\u00e3o inicial ou no curso do processo, desde que verificados os requisitos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Em segundo momento, a<strong> tutela de evid\u00eancia<\/strong>, segunda esp\u00e9cie de tutela provis\u00f3ria e com previs\u00e3o no artigo 311 do <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/l13105.htm\">NCPC<\/a>, <strong>n\u00e3o exige a demonstra\u00e7\u00e3o do perigo de dano ou risco ao resultado \u00fatil do processo.<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conforme ilustre doutrina de <a href=\"https:\/\/www.grupogen.com.br\/tutela-provisoria\">Lamy<\/a>: <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA tutela da evid\u00eancia \u00e9 o tipo de tutela provis\u00f3ria que satisfaz os efeitos da tutela jurisdicional sem que haja perigo de dano, mas apenas alt\u00edssima probabilidade de acolhimento do direito, assim prevista em lei. N\u00e3o se funda na urg\u00eancia do caso, e sim na evid\u00eancia do sistema jur\u00eddico\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Afinal, como o pr\u00f3prio nome sugere, a verossimilhan\u00e7a do direito \u00e9 evidente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"tutelas-provisorias-quando-podem-ser-concedidas\">Tutelas provis\u00f3rias: quando podem ser concedidas?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Acima de tudo, os requisitos para a concess\u00e3o das tutelas provis\u00f3rias s\u00e3o expressos no artigo 300 do <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/l13105.htm\">NCPC<\/a>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Primeiramente, ele prev\u00ea que as tutelas provis\u00f3rias de <strong>urg\u00eancia<\/strong> podem ser concedidas quando houver elementos que indiquem a <strong>probabilidade do direito (Fumus Boni Iuris) e o perigo de dano ou de resultado \u00fatil do processo (Periculum In Mora).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em seguida, o artigo 311 prev\u00ea que as tutelas de <strong>evid\u00eancia<\/strong>, j\u00e1 que n\u00e3o exigem a demonstra\u00e7\u00e3o de perigo de dano ou de risco ao resultado \u00fatil do processo, podem ser concedidas quando:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cI &#8211; ficar caracterizado o <strong>abuso do direito de defesa ou o manifesto prop\u00f3sito protelat\u00f3rio <\/strong>da parte;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II &#8211; as alega\u00e7\u00f5es de fato <strong>puderem ser comprovadas apenas documentalmente <\/strong>e houver tese firmada em julgamento de c<strong>asos repetitivos ou em s\u00famula vinculante<\/strong>;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">III &#8211; se tratar de <strong>pedido reipersecut\u00f3rio fundado em prova documental adequada<\/strong> do contrato de dep\u00f3sito, caso em que ser\u00e1 decretada a ordem de entrega do objeto custodiado, sob comina\u00e7\u00e3o de multa;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">IV &#8211; a peti\u00e7\u00e3o inicial for instru\u00edda com p<strong>rova documental suficiente dos fatos constitutivos <\/strong>do direito do autor, a que o r\u00e9u n\u00e3o oponha prova capaz de gerar d\u00favida razo\u00e1vel.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"tutelas-provisorias-o-que-e-novidade-no-ncpc\">Tutelas provis\u00f3rias: o que \u00e9 novidade no NCPC?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Certamente, vale a pena destacar a novidade que consta no artigo 304 do <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/l13105.htm\">NCPC<\/a>, que <strong>prev\u00ea a estabilidade da tutela provis\u00f3ria nos casos em que a parte contr\u00e1ria n\u00e3o apresentar impugna\u00e7\u00e3o \u00e0 concess\u00e3o da tutela.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isso quer dizer, ademais, que ap\u00f3s ser concedida a tutela antecipada, existe a possibilidade dos efeitos dessa tutela se tornarem est\u00e1veis, a depender da postura adotada por quem tenha legitimidade para recorrer da concess\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entretanto, vale aqui mencionar que no que se refere \u00e0 estabilidade dos efeitos da tutela antecipada, essa situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode ser estendida \u00e0s tutelas cautelares.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><a href=\"https:\/\/online.idp.edu.br\/curso\/direito-processual-civil\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=_20242_PGDPC_Topo_Artigo_tutelas-provisorias-ncpc_&amp;utm_medium=link&amp;utm_content=artigo-blog-tutelas-provisorias-NCPC&amp;utm_term=CTA\"><img decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"300\" src=\"https:\/\/direito.idp.edu.br\/idp-learning\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/20.05.24-Banners-de-Blog-640x300-Direito-Processual-Civil-SEM-TAG.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4939\" srcset=\"https:\/\/direito.idp.edu.br\/idp-learning\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/20.05.24-Banners-de-Blog-640x300-Direito-Processual-Civil-SEM-TAG.png 640w, https:\/\/direito.idp.edu.br\/idp-learning\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/20.05.24-Banners-de-Blog-640x300-Direito-Processual-Civil-SEM-TAG-300x141.png 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"consideracoes-finais-sobre-tutelas-provisorias\">Considera\u00e7\u00f5es finais sobre tutelas provis\u00f3rias<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em suma, \u00e9 not\u00f3rio que o <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/l13105.htm\">Novo C\u00f3digo de Processo Civil<\/a> trouxe mudan\u00e7as a muitos institutos processuais, dentre eles o da tutela provis\u00f3ria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isso porque, como demonstrado, as tutelas provis\u00f3rias s\u00e3o ferramentas que est\u00e3o <strong>diretamente ligadas \u00e0 satisfa\u00e7\u00e3o e garantia de um direito pleiteado pela parte, evitando que a demora de todo o tr\u00e2mite judicial prejudique tal direito.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A consequ\u00eancia disso \u00e9 a efetividade do processo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em conclus\u00e3o, \u00e9 imprescind\u00edvel administrar os principais pontos deste instituto, afinal, \u00e9 um tema que influi diretamente na capacita\u00e7\u00e3o do profissional que atua com maestria no processo civil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Gostou do conte\u00fado? Assine a <a href=\"https:\/\/materiais.online.idp.edu.br\/newsletter?utm_source=blog&amp;utm_medium=artigo&amp;utm_term=banner-interno&amp;utm_content=tutelas-provisorias&amp;utm_campaign=pos-geral\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">newsletter do IDP Onlin<\/a><a href=\"https:\/\/materiais.online.idp.edu.br\/newsletter?utm_source=blog&amp;utm_campaign=_20242_PGDPC_Topo_Artigo_tutelas-provisorias-NCPC_&amp;utm_medium=link&amp;utm_content=artigo-blog-tutelas-provisorias-NCPC&amp;utm_term=CTA\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">e<\/a> para ficar por dentro das principais discuss\u00f5es do mundo jur\u00eddico!<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><a href=\"https:\/\/materiais.online.idp.edu.br\/newsletter?utm_source=blog&amp;utm_campaign=_20242_PGDPC_Topo_Artigo_tutelas-provisorias-NCPC_&amp;utm_medium=link&amp;utm_content=artigo-blog-tutelas-provisorias-NCPC&amp;utm_term=CTA\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"328\" src=\"https:\/\/direito.idp.edu.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/banner-newsletter-idp-online.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1926\" srcset=\"https:\/\/direito.idp.edu.br\/idp-learning\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/banner-newsletter-idp-online.png 640w, https:\/\/direito.idp.edu.br\/idp-learning\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/banner-newsletter-idp-online-300x154.png 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com a vig\u00eancia do Novo C\u00f3digo de Processo Civil (NCPC), alguns institutos como tutelas provis\u00f3rias passaram por algumas altera\u00e7\u00f5es significativas, cujo dom\u00ednio \u00e9 certamente imprescind\u00edvel para os profissionais da \u00e1rea. 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